Dezembro 26, 2010

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Mixtape 50% Amor / 50% Ódio

50%

Fica mais uma Mixtape de Unik C e Estrela aqui que já saiu a algum tempo, mas vale a pena ouvir. Contam com as participações de Mr. Og, Masta, Bw Union, Iannick, AC, Young Cleo Low G, C14, Kaxyas e MLG.

Link: http://www.megaupload.com/?d=8TN2LO42

Dezembro 22, 2010

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50 Cent processado

50cent

O rapper 50 Cent está a ser processado por violação de direitos autorais com o tema ‘I Get Money’. Trata-se de uma música de 2007, que faz parte do álbum “Curtis”. Tyrone Simmons, conhecido como Caliber, diz que é ele que detém todos os direitos sobre a canção.

50 Cent ainda não comentou o caso e continua a ganhar dinheiro por outras vias que não apenas a música. O rapper jamaicano lançou uma linha de roupa e uns ténis que estão a fazer sucesso. Também já actuou em filmes e jogos de vídeo, e a sua mais recente “mina de ouro” é a bebida Vitamin Water-Maker Glaceau, que vendeu para a Coca-Cola.

Fonte

Dezembro 13, 2010

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Spark – “Dichotomy”

spark

Spark é meio hominídeo, meio maquineta. Meio 12″, meio Serato. Meio sintetizador, meio bateria.

Completamente DJ, completamente produtor.

“Dichotomy” é o resultado de dois álbuns de que Spark produziu, um no seu computador portátil, outro dirigindo uma orquestra sinfónica, e que colidiram num acelerador de partículas providenciado pelo omnipotente Jinx. Spark proibiu-nos de catalogar o seu álbum com um género musical, mas diversos membros da Monster Jinx sugeriram “Sparkstepnbasshop” como definição para a sua sonoridade. Ou “Serralharia Hop”. “Camiãocomlâminasepropulsoresajactostep” também teve muitos votos, tal como “Faíscaunk Espacial”.

O conhecido vilão Duas-Caras já se pronunciou fã confesso.

Aviso: Desaconselha-se vivamente a audição de “Dichotomy” por parte de pessoas com problemas de bipolaridade.

Mais em:

http://spark.dichotomy.monsterjinx.com e http://spark-mj.bandcamp.com

Como sempre, download gratuito com a opção de pagamento (quantia indefinida – o 0 (zero) funciona)

Dezembro 10, 2010

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Da Weasel acabaram

Os portugueses Da Weasel, uns dos grupos que melhor souberam unir o hip hop ao rock, anunciaram hoje que puseram fim ao projeto, 17 anos depois da fundação, revelou a editora EMI.

Em 2009, a banda de Almada tinha anunciado que faria uma pausa no projeto, depois de anos consecutivos de concertos e gravações discográficas.

Agora anunciam oficialmente o fim do grupo, restando aos fãs a discografia até agora editada e canções como “Good Bless Johnny”, Dúia”, “Agora e para sempre (a paixão)”, “Ressaca”, “Dou-lhe com a alma”, “Dialectos de ternura” e “Tás na boa”.

da weasel

Projetos paralelos

Alguns dos músicos prosseguem caminho na música em projetos paralelos, como João Nobre e Pedro Quaresma, que assumem os Teratron e que editaram esta semana o álbum/banda desenhada “As cobaias”.

Carlos Nobre (Pacman) lançou este ano o projeto punk hardcore Os Dias da Raiva e Virgul integra os Nu Soul Family.

Os Da Weasel surgiram em Almada em 1993 e editaram seis álbuns de estúdio, um EP e dois DVD ao vivo.

Com uma confortável base de fãs, abrangendo uma larga faixa etária, de crianças a adultos, os Da Weasel protagonizaram, mais recentemente, alguns momentos raros em bandas portuguesas, como esgotar o coliseu de Lisboa e o Pavilhão Atlântico, registados em DVD ao vivo.

Último álbum em 2007

“Amor, Escárnio e Maldizer” foi o último álbum de originais que o grupo editou, em 2007, e que na altura representava um amadurecimento da sonoridade, entre o hip hop e o rock pesado, e que o tornou numa espécie de “trovadores urbanos”, como os músicos admitiram.

Além deste, o registo de maior sucesso foi “Re-Definições”, que atingiu quatro platinas.

Dos Da Weasel faziam parte parte João Nobre (Jay), Pacman, Virgul, Pedro Quaresma, Guilherme Silva e DJ Glue, embora nos primeiros tempos tivessem também participado Yen Sung e Armando Teixeira.

A discografia dos Da Weasel inclui o EP “More than 30 motherf****s” (1994), “Dou-te com a alma” (1995), “3º Capítulo” (1997), “Iniciação a uma vida banal – o manual” (1999), “Podes fugir mas não te podes esconder” (2001), “Re-definições” (2004) e “Amor, escárnio e maldizer” (2007).

in Expresso