Abril 26, 2009

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Joker – Amizade

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Como toda a gente “Joker ” teve que ter um inicio de carreira ao nível musical e assim sendo mostra o primeiro projecto dedicado há Amizade, promete novos sons brevemente com melhorias e com outras participações…


Joker – Amizade – Joker

Abril 2, 2009

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‘Freestyle’ mostra cultura urbana e ‘graffiti’ ilegais

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A publicação dá a conhecer expressões artísticas como ‘hip hop’, ‘MC’, ‘DJ’, ‘breakdance’ e a mais discutível de todas: os ‘graffiti’. Director afirma que pinturas urbanas são uma das atracções turísticas de Lisboa, mas concorda com limpeza no Bairro Alto.

Nasceu esta semana a primeira revista totalmente portuguesa dedicada à cultura urbana, a Freestyle, de onde se destacam várias expressões artísticas como o hip hop, MC, DJ, breakdance e graffiti. E é esta última que provoca maior polémica. É que se pintar em muros autorizados é uma forma de arte aplaudida, fazê-lo em prédios dos centros históricos, em monumentos, em carruagens de comboios e de metro, é ilegal e arrisca-se a multa ou pena de prisão.

E é desta forma que também pensa Martim Borges, director da Freestyle. “Eu já faço graffiti há dez anos, mas faço-os de forma legal”, começou por dizer o também fundador da nova revista.

E as imagens de carruagens de comboios da CP com graffiti que aparecem em grande número na Freestyle? “Eu não respondo pelo que os outros fazem. Essa é uma vertente mais crua dos graffiti e que é a que chateia mais as pessoas. Tal como os que são feitos no Bairro Alto, em Lisboa. Acho que nem vale a pena evitar, é algo que vai sempre existir, por mais que a câmara faça limpezas. Se bem que eu acho bem que se limpe. O que lá se passa é demais e dá um aspecto sujo. Mas o Bairro Alto também é conhecido pelos graffiti, é uma das suas imagens de marca, que até já tem fama turisticamente. Até o Elevador da Glória [que faz a ligação entre a Avenida da Liberdade e o Bairro Alto] é visitado por turistas estrangeiros para verem os grafitti. Tornou-se um símbolo da cidade. O que eu não acho bem é fazer-se assinaturas em monumentos”, disse Martim Borges.

O director da revista fez ainda uma ressalva: “Ao contrário do que se pensa, os graffiti não são sinal de violência. O crime que existe no Bairro Alto, como a venda de drogas, não tem a ver com as pessoas que fazem graffiti”.

Quem também não está contra esta forma de arte é o próprio presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, que a propósito da limpeza no Bairro Alto falou sobre o assunto. “Não sou completamente contra os graffiti, mas penso que devem ser enquadrados”, disse o autarca, referindo ainda que em breve serão criados “espaços próprios para que os artistas possam dar azo à imaginação”.

Quem não é fã de graffiti, é a Fertagus e a CP, sobretudo se feitos nas suas carruagens. Segundo Paulo Cerqueira, técnico superior da Fertagus, “o custo médio de limpeza de graffiti nos comboios varia entre 15 a 20 euros por metro quadrado”. Já a CP, diz estar atenta ao problema e que a empresa está a reforçar a vigilância”.

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Abril 2, 2009

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Primeiro “parkour park” este ano

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ss

A Mealhada vai ter o primeiro parque no país dedicado à prática do “parkour”. O projecto está em estudo com os praticantes e deverá arrancar ainda este ano. O acidente ocorrido domingo em Faro ensombrou a modalidade.

O “parkour” vai localizar-se na zona do parque desportivo da Mealhada, e o investimento ainda é desconhecido. A vice-presidente da Câmara Municipal da Mealhada, Filomena Pinheiro, explica que, como está a ser alvo de estudo, é difícil prever o montante envolvido. “É um projecto com responsabilidade repartida, uma vez que está a ser desenvolvido em conjunto com os praticantes da modalidade”, sublinha.

O espaço pretende evitar que os praticantes de “parkour” usem a rua e locais potencialmente perigosos. José Gama, praticante e instrutor de “parkour”, saúda a iniciativa da Câmara Municipal da Mealhada e adianta que já foram apresentados mais projectos a outras autarquias. “Infelizmente ainda não há nenhum parque, e é necessário retirar os miúdos do perigo”, afirma.

José Gama aborda ainda o acidente de domingo em Faro (ver caixa), alertando para a responsabilidade na prática da modalidade. “Não incentivamos o ‘parkour’ em propriedade privada nem em locais que coloquem em risco o praticante. Neste caso concreto, passavam-se as duas situações”, lembra. Destaca ainda que a idade mínima recomendada para a prática da modalidade é 16 anos, “uma vez que há uma maior sensibilidade perante a vida e uma estabilidade maior a nível físico”.

O instrutor faz a distinção entre o “praticante sério” e o “temerário” de “parkour”. “O primeiro informa-se e depois pratica. O segundo pratica logo, o que é um grande erro”. Avisa ainda que, para quem quer praticar, há muita informação disponível na Internet, e em português, destacando o sítio parkour.pt. “Não estamos a falar de uma actividade rebelde e alguns meios não têm feito a divulgação adequada da modalidade”, defende.

O “parkour” não é, na opinião de José Gama, uma modalidade arriscada. “O ensino é feito em modelo de pirâmide. Os saltos começam ao nível do chão e só se passa de um nível para outro depois de se fazer aquele salto milhares de vezes”, explica.

O acidente de domingo foi o primeiro que se conhece em Portugal durante a prática de “parkour”. “No estrangeiro também são poucos os casos conhecidos”, afirma José Gama. Reconhece que há acidentes que acontecem, “mas tanto podem acontecer no ‘parkour’ como noutra actividade qualquer”.

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Abril 1, 2009

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Vinicius Terra

Após Gabriel O Pensador e Marcelo D2, chega em Portugal, O terceiro rapper da dinastia do hip hop brasileiro.

vinicius

Conheça Vinicius Terra: o carioca que “sacudiu” a cena hip hop Tuga em apenas duas semanas do mês de fevereiro e agora prepara-se para retornar em maio para apresentar o EP de Estreia! Para juntar o útil ao agradável, o DJ Nelassassin (ITF 2005 – Champ / DMC World DJ Championships – Champ), irá acompanhar o Rapper durante a Tour, aguarda se com entusiasmo um espectáculo recheado de qualidade com ritmos e grooves quentes oriundos do Rio de Janeiro.

Diferente de seus antecessores é respeitado não somente por rappers, mas por jazzistas e formadores de opinião por principalmente em seus shows conseguir agradar um público de faixa etária diferentes: desde adolescentes até senhores que gostam de bossa nova.

Site: http://www.myspace.com/viniciusterrabossarap

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